A emigração
Há razões conhecidas para explicar porque as
pessoas emigravam da Europa à América, mas em relação aos bascos, há três específicas:
1.
El mayorazgo, que no país
basco não permitia que se dividissem as
propriedades. Só um filho herdava a propriedade e o gado. Os demais recebiam
um dote em dinheiro, e eram estimulados a tentar fortuna no exército, na marinha
ou na Igreja. É o caso dos filhos de Juan Esteban
e Felipa Yanci. Só há registros em Bera dos
batizos do filho mais velho deles. Os outros filhos se foram para a América.
Pelo que sabemos
até
agora, os
Perugorría
foram emigrando em
ondas de imigração:
·
1770-1780:
De Bera de Bidasoa ao Uruguai (os
irmãos
Martín José Perugorría, Juan
Esteban Perugorría, Juan Francisco Perugorría, ,
e o
primo deles Juan
Esteban Perugorría)
·
1780:
De Bera de Bidasoa
à
cidade de Corrientes: Pedro José Perugorría,
pai de Genaro Perugorría; seu primo José Plácido, antepassado direto
dos Perugorría
de Goya, Santa Lucía
e Lavalle.
·
1840-1860: Da
França
a
Argentina (Juan Perugorría),
ao Uruguai (Martín Perugorría,
antepassado
dos ramos de Bragado
e Belgrano). De España a Cuba (antepasado no
identificado todavía)
·
1860-1900:
De Bera
a Nevada (USA),
e
a Buenos Aires: Sebastián María, antepassado
dos
Perugorría de Morón.
·
1900-1920:
De Bera a
Argentina: Francisco María Perugorria
e Juan Bautista Perugorría,
antepassados
dos ramos de Bavio, La Plata
e Punta Lara.
·
1960-1980:
Ignacio Perugorría, de Durango a Alemanha; várias famílias, de Cuba a Nova
York
e Miami.
·
Alguns dos Perugorrías de Bragado escutaram a
história de três irmãos Perugorría que chegaram do país basco ao Uruguai, e do
Uruguai a Argentina.
·
Emerio Perugorría, de Cuba relata uma história similar,
mas sobre três Perugorría que sairam da Europa via Ilhas Canárias. Dali, um
foi para Cuba, outro para Santo Domingo, e outro a Argentina.
·
Wilson Perugorría Barreto, que é dos Perugorrías de
Melo no Uruguai também escutou a história dos três irmãos.